Como novo co-presidente do Fórum de Cooperação China–África (FOCAC) até 2027, o que revela a relação entre a República do Congo (ou Congo-Brazzaville) e a China sobre os interesses econômicos globais, os alinhamentos políticos e a geoestratégia?
A história é feita de parcerias que moldam o mundo. Algumas prosperam, outras fracassam. A relação entre o Congo-Brazzaville e a China é uma dessas histórias — que começou não com acordos bilionários, mas com trabalhadores, revolucionários e uma visão compartilhada de futuro.
O Coletivo Sassoufit convida você a ler o mais recente artigo de Andrea Ngombet, “A Roleta Chinesa do Congo-Brazzaville”, no qual ele explora como essa parceria evoluiu de origens discretas nos anos 1920 para um jogo de alto risco econômico e político nos dias de hoje. À medida que Brazzaville assume seu papel de co-presidente do Fórum de Cooperação China–África (2024–2027), os desafios e as apostas nunca foram tão altos.
“Durante uma conferência em 22 de setembro de 2023, Jean Baptiste Ondaye, ministro da Economia e Finanças do Congo-Brazzaville, demonstrou confiança ao citar a proclamação de 2014 do presidente Nguesso a Xi Jinping. Essas palavras revelaram a visão central: transformar o Congo-Brazzaville em uma plataforma para o sucesso do Tianxia 天下 — a expansão global da China.”
O Coletivo Sassoufit convida você a ler o artigo completo na Republic Magazine, onde Andrea Ngombet analisa o que essa aliança significa não apenas para o Congo, mas também para a África, a China e o futuro da influência global.
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