#KLEPTOLANDS

  • As consequências da cleptocracia em Angola

    As consequências da cleptocracia em Angola

    A cleptocracia em Angola tem gerado sérias consequências econômicas, sociais, políticas e internacionais, resultando em quedas nos investimentos, aumento da pobreza, enfraquecimento das instituições democráticas e maior autoritarismo. Para melhorar a vida da população, é crucial que o governo angolano adote medidas efetivas contra a corrupção.

    · ,
  • Luzes apagadas no Chade: onde a cleptocracia mantém o interruptor desligado

    Luzes apagadas no Chade: onde a cleptocracia mantém o interruptor desligado

    A SNE, empresa nacional de eletricidade do Chade, enfrenta sérios problemas de gestão e corrupção, resultando em acesso limitado à energia: 11% nas áreas urbanas e 2% nas rurais. Cortes frequentes e má qualidade penalizam as empresas e famílias, enquanto elites se beneficiam da opacidade, desviando fundos públicos.

    ·
  • A juventude camaronesa na pandemia: esquecida na linha da frente

    A juventude camaronesa na pandemia: esquecida na linha da frente

    Nos Camarões, os jovens são frequentemente elogiados, mas enfrentam marginalização, subemprego e abandono. O vídeo da ADISI Cameroun destaca essa contradição. Durante a COVID-19, a corrupção aprofundou as injustiças, deixando a juventude vulnerável e sem apoio. A situação revela a necessidade de responsabilização e mudança no sistema político.

    ·
  • Angola: O país com recursos ricos e abundantes, mas com uma elevada taxa de desemprego e uma população cada vez mais pobre e destituída

    Angola: O país com recursos ricos e abundantes, mas com uma elevada taxa de desemprego e uma população cada vez mais pobre e destituída

    Angola participará da cúpula entre a UE e a UA, destacando os problemas sociais e a pobreza que afligem a população. Apesar das riquezas minerais, muitos angolanos vivem na miséria. A corrupção endêmica e a falta de políticas eficazes resultam em alto desemprego e descaso pelas necessidades básicas da população.

    · ,
  • Guiné Equatorial: Presa num Ciclo Interminável

    Guiné Equatorial: Presa num Ciclo Interminável

    A Transparência Internacional classificou a Guiné Equatorial entre os países mais corruptos, ao lado da Líbia, superando apenas Afeganistão e Coreia do Norte. O autor, Joaquín Elo Ayeto, critica a corrupção endêmica, a falta de liderança ética e a má gestão dos recursos, que devem beneficiar a população, mas em vez disso enriquecem a elite.

    · ,
  • GERAÇÕES PERDIDAS: COMO NASCERAM OS CONGOLESES E PORQUE MORREM EM MASSA ANTES DOS 5 ANOS

    GERAÇÕES PERDIDAS: COMO NASCERAM OS CONGOLESES E PORQUE MORREM EM MASSA ANTES DOS 5 ANOS

    A mortalidade infantil na República do Congo é alarmante, com altas taxas de morte antes dos cinco anos devido a condições precárias. O Centro de Saúde de Goma Tsé-Tsé destaca a falta de recursos e profissionais, enquanto a desnutrição agrava a situação. É urgente promover melhorias nas condições de parto e saúde materna.

    · ,
  • A cleptocracia na Guiné Equatorial é um luxo criminoso

    A cleptocracia na Guiné Equatorial é um luxo criminoso

    Duas semanas atrás, a União Europeia e a União Africana elaboraram uma nova estratégia de parceria focada em saúde, clima e direitos humanos. No entanto, a corrupção e a riqueza acumulada por cleptocratas em bancos internacionais perpetuam a pobreza na Guiné Equatorial. É crucial que a UE adote medidas efetivas para combater essas desigualdades.

  • Abordar a cleptocracia na África Central

    Abordar a cleptocracia na África Central

    Nos dias 17 e 18 de fevereiro de 2022, líderes da União Europeia e da União Africana se reunirão em Bruxelas para discutir como fortalecer parcerias e enfrentar desafios globais. Coincidente com a cúpula, a OCA lançará vídeos sobre os impactos da cleptocracia na África Central, buscando inspirar ações cidadãs.

    · ,